Quinta-feira, Abril 16, 2009

Tempo Periférico

Do século periférico por entre os veleiros grandiosos
derramo a face no poema e finjo cometer um crime.
(...)
E assim a minha vida é um desastre, nada há nela que me baste.
(...)
Por entre os veleiros grandiosos, derramo a face lívida no poema e decido cometer um crime hediondo
que salve para sempre o desastre da minha vida.

Excertos do poema Tempo Periférico, de Luís Adriano Carlos. (Grande poema...)

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