Vinha e a nada perguntava
que nome tinha
porque perscrutava
como quem adivinha
que em cada onda
que vai e torna
tudo muda.
Regressa inteiro
parte
para onde for
não leva o nome de nada
ou de ninguém.
Como começa o amor,
a estrada.
JATH
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e neste vaivém,
neste regresso de quem vai embora,
como que me venho por dentro
e me arrepio por fora
PS: estou doido com a imagem!
qual delas?
(a que criaste ou a do blog? ou amba?)
a do limiar do teu blogue!
a foto é da responsabilidade do Nuno (v. Caderno Escuro, nos habitantes), mas já a tenho há tanto tempo, que já devo ter direitos adquiridos.
Alto e pára o baile! Que essa conversa dos direitos tem mto que se lhe diga.
Embora tendo sido tirada sem objectivo aparente, (essa foto) lembrei-me do João por um conjunto de fotos que pertenciam a essa álbum. Passados alguns dias enviei-lhe as fotos para um projecto, que ficou meio arado depois (João pode ser agora uma boa altura para recomeçar esse projecto, que dizes?)
Näo renuncio aos direitos de autor (é que não tenho muitas fotos que o publico aprecie), mas em grande parte esta foto, foi também tirada pelo João.
Um abraço e obrigado por me proporcionares outras e novas visões neste caminho nem sempre fácil da beleza.
Abraço
Nuno Margalho
Bem me parecia que me tinha precipitado com aquela história dos direitos... Não renunciando a eles, teremos que encontrar o preço justo, para um fotógrafo promissor. Além disso, se fizermos essa sociedade (im)prevista, a questão já não se coloca, espero.
Esta estadia recente em Faro fez-me lembrar textos que não cheguei a escrever... Há fortes probabilidades desse projecto germinar inconscientemente... até ganhar uma forma visível. Se calhar ambos devemos voltar por um momento à cidade, para a ver pela mesma lente... ou não... e as duas lentes se completam.
Há diferenças certamente no nosso olhar, mas não na busca, como tu dizes, nem sempre fácil, da beleza, nem sempre visível das coisas, de tudo.
Um grande abraço
JH
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